Gabriela

Gabriela Orlandin, uma canceriana (que faz jus ao signo) nascida no primeiro dia de julho de 1990, e que não é desse planeta. Chora de amor, de desamor, de raiva, de emoção, de alegria, de tristeza, em todas as horas e em todos os lugares (em geral os mais inadequados possíveis). Possui propriedades explosivas durante os breves momentos de sanidade, tornando-se letal quando exposta ao álcool: mais do que dois ou três copos, esqueça. Tem uma mania terrível de não acreditar muito nas pessoas e uma compulsão por querer sempre achar os podres de todo mundo, dando uma de detetive. Desenha desde que se conheceu como gente – esse é um dos motivos que a fez entrar numa faculdade de Design Gráfico em janeiro de 2008. Destrambelhada, nunca sabe as palavras e a hora certa de falar, sem jeito e muito tímida. Extremamente quieta e preguiçosa até para mascar chicletes. Raramente é vista sem o AllStar nos pés, a calça jeans, o cinto de rebites e a baby-look. Pelo fato de ser míope, usa óculos de grau e na cor laranja (todos já a conhecem por ele). Ama Paramore e Avril Lavigne, dentre outras coisas bem ecléticas. Tem uma paixão compulsiva por livros. Adora esmaltes e cabelos coloridos (já pintou de loiro, preto, rosa e tudo junto também) e ainda quer um dia pintar de laranja – sim, igual à Hayley Williams do Paramore.

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